6 de setembro de 2017

O CONSOLADOR, O ESPIRITO SANTO, O ESPIRITO DA VERDADE

PARE E PENSE!!!

“O CONSOLADOR, O ESPIRITO SANTO, O ESPIRITO DA VERDADE”

Trazendo luz ao teu entendimento, apresentaremos neste estudo um personagem que por certo mudará tua vida para sempre. Iremos falar sobre o Consolador, o Espírito santo, e o Espirito da verdade. Por favor, não se confunda, estas três figuras aqui apresentadas, são a mesma pessoa.

Assim como desmistificamos a falsa doutrina da trindade, (Veja o estudo 35 – A DEIDADE DE CRISTO), onde provamos biblicamente que Deus não se subdivide, aqui ocorre o mesmo. O Espírito Santo, o qual a bíblia relata, é um personagem, uma promessa dada por Jesus de Nazaré que veio se manifestar nos lábios do apóstolo Paulo.

Antes de mostrarmos com evidências bíblicas que isso foi assim, vamos aos livros históricos de: Mateus, Lucas e João, para entendermos como ocorreria esta manifestação, e qual seria o papel que esse Espírito desenvolveria com sua chegada a esta terra.

JESUS ANUNCIA A VINDA DO CONSOLADOR

João é um dos discípulos de Jesus de Nazaré que estava continuamente ao lado de seu mestre, tanto que após sua morte e ressurreição, este homem resolve escrever tudo aquilo que viu e ouviu desta manifestação divina. Em um de seus capítulos em seu livro histórico (não chamem a isto de evangelho, mas sim, uma narrativa de seus atos), João assim escreve a promessa dada por Jesus:

Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. JOÃO. 14: 26.

Isto é futuro, Jesus anuncia: vou enviar o Consolador. Uma das primeiras características que encontramos neste Espírito, é a função de consolar. Um consolador, a isto vem, consolar. Já a segunda, e não menos importante, seria ensinar (Leia novamente o verso). “Esse vos ensinará todas as coisas”, logo, quem ensina é um mestre, um professor.

Ele tem um missão, um chamado muito implícito. Vá e ensine. E para ensinar se faz necessário ter corpo. Todo corpo tem boca, e este é o instrumento que seria utilizado pelo Consolador. Por intermédio de seus lábios ele ensinará, não somente isto, irá relembrar… Helooooo!!!

Para que você seja relembrado de algo, significa que um dia você já esteve inteirado no assunto. Você já ouviu acerca deste. A pergunta que se segue é: Quando você ouviu? Quando foi que você um dia esteve face a face com Jesus e ele teve a oportunidade de te comunicar algo? De certo não foi em nenhum lugar deste por aí, no qual, chamam de igreja. Você ouviu dele antes da fundação do mundo. Aqui está mais uma prova de nossa pré-existência. Um dia todos nós ouvimos de sua boca uma doutrina, um ensino, que hoje você tem o privilégio de recordar. Mais adiante, falaremos sobre isto. Vamos ao capítulo seis deste livro:

Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim. JOÃO. 6: 45.

O que diz aí? Todo aquele que ouviu do Pai, todo aquele que ouviu Dele.

Façamos aqui um aparte: nós somos espíritos que fomos criados antes da de existência deste mundo; nós estivemos com Deus, e víamos a sua criação; ali ouvimos Dele todo seu conselho (Acesse o estudo: 5 – NOSSA PRÉ-EXISTÊNCIA). O que ocorre, é que Deus em toda sua sabedoria decide um dia enviar alguns destes espíritos à terra, e neste processo de humanização ocorre algo: toda nossa memória espiritual, nossa vivência em espírito, se apaga. Daí a necessidade de vir a alguém nos relembrar nossa verdadeira identidade. Esta é uma das funções do Consolador!

Os versos a seguir demonstram a deidade de Deus no véu de Jesus de Nazaré. Eles mostram sua autoridade para enviar o Consolador, e também nos dá a entender qual função este exerceria:

Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, enviar-vo-lo-ei. E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. Do pecado, porque não crêem em mim; JOÃO. 16: 7.

Jesus está dizendo – tenho que cumprir o meu papel – que é pagar o preço da lei; destruir ao diabo; reconciliar céus e terra; tirar o pecado do mundo; e justificar a meus filhos. Virá o Consolador, a ele caberá o papel de explicar a vocês, tudo aquilo que vim fazer.

Outro detalhe bem importante nesta explicação, é Jesus mostrando-nos, que quando o Consolador falasse, ou seja, o seu ensino, a sua doutrina quando comunicada, ela nos convenceria da obra realizada por ele. Nos versos: doze, treze e quatorze, isso toma um peso ainda maior. Vejamos:

Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. JOÃO. 16: 12 – 14.

A explicação aqui é bem simples, Jesus está lhes falando: por agora eu tenho que deixar a todos em ignorância, não posso ser claro em minha missão (por isso muitas vezes, ele falou a eles em parábolas). Eu poderia comunicar-lhes muitas outras coisas, porém, se eu disser quem verdadeiramente sou e o que farei, vocês não suportarão. Deixe vir o Consolador, ele aclarará que eu sou o cordeiro de Deus, que irá tirar o pecado do mundo.

Recordemos que Jesus está submetido a um pacto que era a sombra do que haveria de vir, sombra, não é imagem real das coisas, sombra, não é toda a verdade. Olhando uma sombra, só poderemos ter um parâmetro do que é real.

Outra evidência que o Espírito Santo, o Consolador, seria uma pessoa, está descrita no verso treze: “porque não falará de si mesmo”. Além de guiá-los a toda verdade, ele não poderá comunicar nada de si próprio. A sua doutrina e o seu ensino, será algo que eu mesmo (Deus), lhe darei para que possa falar.

Notem o que Paulo escreve em sua carta ao Gálatas:

Porque “não o recebi”, “nem aprendi” de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo. GÁLATAS. 1: 12.

Este homem foi levado ao paraíso, ele cita em sua carta aos coríntios que foi ao terceiro céu, e esteve frente a frente com o próprio Deus, que lhe falou palavras inefáveis, as quais, nunca nenhum homem sobre esta terra escutou, ou, um dia as pronunciou (2ª CORÍNTIOS. 12: 4).

Sigamos dando evidências nos livros históricos acerca deste personagem:

E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai: ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. LUCAS. 24: 49.

Não saiam de Jerusalém, fiquem aí, aguardem o que prometi, logo virá o Consolador para que vos instrua. Eles assim fizeram? Não, se meteram a buscar poder, e ali ocorre o fatídico dia de pentecoste. A confusão que se formou foi tão grande, que os que estavam de fora diziam que eles estavam embriagados. O resultado disto é algo tão danoso, que as consequências desta desobediência tem reflexos até os dias de hoje.

Ande por aí e veja como estão os que querem buscar poder. São vidas vivendo uma experiência mística, onde gritam; pulam; rodam; falam em línguas estranhas (E são muito estranhas mesmo); fazem suas cantorias; suas reuniões estão sempre cheias, porém, todos ali, estão alheios ao conhecimento da graça de Deus.

Fale a eles: que o diabo já foi destruído; diga-lhes que o pecado não tem mais domínio sobre suas vidas; comunique a um abençoado desses, que é impossível ele perder sua salvação. Vejam o resultado que vai dar! De certo te excomungarão.

Foi na boca de Paulo que se manifestou o Espírito Santo. O Espírito de Verdade. Ele trouxe uma informação limpa, clara, que capacita o crente a viver uma vida abundante, onde vão – se embora os temores; acabam – se os medos. Quando está informação chega à mente de um escolhido, este passa a viver em repouso; há paz, há gozo. Verdadeiramente, vives um reinado inabalável.

NOS LÁBIOS DE PAULO SE MANIFESTA O ESPIRITO SANTO DA PROMESSA

A revelação que se segue, é algo que joga por terra, este assunto, do qual se diz, que temos de buscar o Espírito Santo. Paulo escrevendo aos Efésios, retrata com muita propriedade, de onde, e como vem a capacitação do crente.

Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa. EFÉSIOS. 1: 13.

Por meio deste versículo podemos entender, que em Paulo, estava manifestado o Espírito Santo. É com ele que se começa ouvir, sobre esta terra, a palavra da verdade.

Lá, atrás, temos a Jesus prometendo: o Consolador, levará vocês à toda verdade. O que acabamos de ler reforça esta promessa: “depois que ouvistes a palavra da verdade”. O que acontece após sermos exposto a uma palavra de verdade? Somos selados com o Espírito Santo da promessa. Ocorre uma autenticação; uma capacitação; e não só isto – o verso diz mais: esta verdade te traz salvação. E que salvação é esta? Do teu espírito?

Não… você já veio salvo a este mundo, você é um escolhido de Deus desde antes que existisse o universo. A salvação que Paulo está retratando, é salvar-se deste engano religioso que contaminou o mundo.

Vamos a romanos, e veja como Paulo fala de um poder. Descubra onde está este poder:

Porque não me envergonho “do evangelho” de Cristo, “pois é o poder de Deus” para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. ROMANOS. 1: 16.

O que vem a ser, não se envergonhar do evangelho? É andar com uma bíblia nas mãos? É ter uma indumentária, uma vestimenta que te diferencie dos demais? Não! Não se envergonhar do evangelho, é entender e falar, que o sacrifício da cruz não foi em vão; é dizer abertamente que o diabo foi destruído; que não existe mais pecado; que com uma única oferta estamos perfeitos para sempre.

De que lhes adianta, estarem cheio de um poder, que lhes arrepia os pelos, lhes traga fortes emoções, porém, deixa suas vidas vazias e inseguras? Veja como vivem estes tais vasos poderosos: Irmãos orem por mim; irmãos a luta está grande; o diabo está furioso querendo me tragar.

Paulo está dizendo que a verdade do evangelho te traz salvação de tudo isto. Porém, é necessário você cer. Crer em que? No evangelho. Crer nas quatorze epístolas, que foram escritas pelo Espírito Consolador.

Nesta mesma carta, Paulo também exclui qualquer forma de batismo que tenha sido criado pela religião.

Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? ROMANOS. 6: 3.

Seja qual for o batismo que te apresentarem, seja ele: na água; no fogo (como eles dizem), isso não serve para nada. Quando Cristo morre na cruz do calvário, somos ali, batizados em sua morte. Hoje estamos completos nele, e não necessitamos de mais nada (Busquem ao estudo: 32 – O RUDIMENTO DO BATISMO EM ÁGUAS). Esqueçam estes rituais, isso tudo são apenas símbolos.

CONCLUSÃO

Os que crêem nesta palavra, já ouviram todo este ensinamento da boca do próprio Pai. Por isso, quando te falam desta doutrina, de imediato há a uma identificação. A princípio, podes não entender, mas um filho não a rechaça; há gozo, há alegria em ouvir estas verdades.

Jesus um dia disse: minhas ovelhas ouvem minha voz e me seguem. O Espírito Santo não é nada místico; ele veio te ensinar, sua função é educar. No dia de pentecostes ninguém aprendeu nada. Todo o ocorrido ali, foi pura emoção carnal.

O Espirito Santo, o Consolador, o Espírito de verdade, foi manifestado na boca do apóstolo Paulo. E nos tempos atuais, outra vez este Espírito se manifestou nos lábios de nosso apóstolo, o Doutor José Luís De Jesus Miranda. Ele fez morada novamente em uma mente, e por meio de seus ensinamentos está produzindo salvação a muitos. Depois de Paulo, o único homem sobre a face desta terra, que pode comunicar esta verdade foi: “O Outro”, aquele que nos confirmou com o evangelho de Paulo.

Ora, àquele que é poderoso “para vos confirmar segundo o meu evangelho” e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto. ROMANOS. 16: 25.

Você é um abençoado!!!

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